inside a broken clock

junho 23, 2010

wendy bevan


junho 07, 2010

Florian, Coco Rosie

e foi assim, sem amor, sem pudor. uma coceira no céu da boca e nuvens de suspiros. puro açucar. só que sempre tem uma nuvem que fica alí, pra chover mesmo, bem quando ele já se foi.

junho 01, 2010

louise descontruindo, reconstruindo com suas formas orgânicas. se foi, não esperou nem o centenário :/


abril 28, 2010

Ele era um personagem que escorregou de alguma página do Julio Cortázar. E caiu bem aqui ó, do lado esquerdo, descosturando tudo.

janeiro 13, 2010

o fim.

ela acorda e vê que está sozinha. na verdade há muito tempo já estava sozinha, tanto que já havia  se esquecido dele. porém, os atos falhos e a inércia, trazem por vezes lembranças à tona.
foi então que ela não pensou duas vezes.
pegou o lençol azul, as pantufas velhas, as camisas de sonhar, o espelho, o vestido amarelo, colocou tudo bem no meio do quarto e QUEIMOU. Só salvou mesmo o disco do dylan.
lá fora chovia, mas ela sabia que não era mais uma criança, já não precisava de ninguém

novembro 07, 2008

Como sempre chego no trabalho e vou direto ler a folha online Sempre começo pela ilustrada, a mais divertida pra começar né, por favor!
Enfim, a Folha está realizando uma votação sobre os melhores discos brasileiros dos últimos 50 anos. Claro que fui correndo responder a enquete, que é separada por décadas.
A votação mais difícil foi a da década de 70, os discos eram:

Fa-Tal ­ Gal a Todo Vapor" (1971) ­ Gal Costa

"Construção" (1971) ­ Chico Buarque

"Acabou Chorare" (1972) ­ Novos Baianos

"Clube da Esquina" (1972) ­ Milton Nascimento e outros

"Transa" (1972) ­ Caetano Veloso

"Pérola Negra" (1973) ­ Luiz Melodia

"Krig-há, Bandolo!" (1973) ­ Raul Seixas

"Elis & Tom" (1974)

"África Brasil" (1976) ­ Jorge Ben

"Amoroso" (1977) ­ João Gilberto


Imagina, quanta produção musical de PESO numa mesma década, tirando o Raul que não me desce de jeito nenhum, todos os outros discos são maravilhosos.
Minha dúvida era entre Clube da Esquina, o Transa do Caetano (que pra falar a verdade só comecei a gostar no ano passado) e claro, Construção do Chico.
O Clube da Esquina trouxe tantas inovações que não preciso nem falar, eu não gostava do Caetano, mas o Transa me rendeu, já o Chiquinho... não teve como tive que votar nele, esse album é absurdo, e a letra da música que dá nome ao disco é a melhopr letra de todos os tempos de todo o mundo...
Enfim, é isso.

outubro 17, 2008

Existencial

Parei pra pensar hoje a caminho do trabalho: tudo é a mesma coisa.
De Mozart à Britney Spears ao funk carioca, de livro de auto-ajuda a Shakespeare, de filme pornô a Godard, de Van Gogh, aos quadros que a Vera Fischer pinta, no fundo é tudo a mesma coisa!
Duchamp matou a arte, Godard disse que o cinema morreu, aí veio o Peter Greenaway e disse que na verdade o cinema nunca existiu.
Como diz a Rita Lee, no final tudo vira bosta.

hahahaha

olha a revolta!!!!


eu dizendo algo do gênero pro Sérgio, e depois conversando sobre exumar cadaveres e colocar os ossos em saco de lixo, e ele me diz "o problema não é parar num saco de lixo, e sim viver em um".