a visita
retornava à sua antiga vida.
acordando tarde, tomando seu chá preto na xícarazinha azul, se debruçando por todas as folhas e apontando seus velhos lápis, esquecidos no tempo.
era como se nada tivesse mudado, a cor do céu, o cheiro dos móveis, os meninos soltando pipas ...
mas ela mudara, a calmaria lhe trazia alegria, mas ao mesmo tempo, sentia um aperto lá no fundo do peito, que dizia que seu lugar não era mais alí, e que logo teria que arrumar suas malas e pegar o próximo trem...
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