setembro 27, 2007

Meia noite. Uma da manhã. Duas. Três. Três e meia.
Se remexia e nada de conseguir domir.
O teto ia abaixando a cada hora que se passava, a janela diminuía, os móveis iam se agrupando.
Logo mais um buraco se abriria bem no meio do quarto, e tudo iria embora.
Os discos, os livros, o gato preto, o abajour.
Quando fosse sua vez, não ia tentar se agarrar a algo, ia somente se deixar levar...

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