Quando ele ria ela ficava tonta. Mas não era um pouco tonta, era MUITO tonta. E ela não sabia por quê, mas a cidade parecia menos caótica, as coisas bonitas apareciam no meio dos prédios cinzas, no trânsito congestionado, no metrô lotado...
Ela rindo sozinha na rua... tipo louca.
Ele falava que ela era atrapalhada. Era mesmo! Mas e daí? O mundo era tão lindo naqueles dias...
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