já fazia 5 anos que ele dava esse golpe. sentava-se no metrô, e com seu olhar mais simpático se oferecia para segurar a bolsa da vítima. com sua "mão leve" abria a bolsa, pegava a carteira, sem despertar a menos suspeita.
a vitima descia em sua respectiva estação, e com um sorriso agradecia ao simpático e cavalheiro senhor que segurara sua bolsa.
só percebia a ausência da carteira, quando chegava em casa, ou quando ia comprar aquela yaksoba na avenida paulista.
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